Um argumento muito comum a respeito do sucesso acadêmico foi combatida ao longo de anos e anos por Bill Gates. Um dos fundadores da gigante Microsoft lembrou nunca ter sido o melhor aluno, contudo que aquelas pessoas que tiveram as melhores notas na universidade acabaram por se tornarem seus funcionários.
Esse argumento é usado por Gates para abordar a importância das notas na vida profissional. A gente ressalta que o pensamento do empresário não faz pouco caso da importância da educação e tampouco de que as boas notas não devem ser perseguidas no mundo acadêmico.
O que ele quer dizer é que o potencial de um funcionário não pode ser visto apenas pelo seu desempenho em sala de aula, uma vez que outros fatores podem contribuir de maneira igual para o sucesso nas carreiras.
Ao longo de um tempo se tornou lugar comum dizer que aqueles melhores alunos no futuro teriam acesso aos postos de trabalho mais elevados. Só que o próprio Bill Gates nos mostra que essa relação é mais complexa.
Para o fundador da Microsoft, o sistema de ensino ficou fixado em avaliação do conhecimento + disciplina + capacidade de conquistar boas notas nas avaliações. Essa junção é de fato importante, mas para Gates isso só não influencia o sucesso de um profissional.
Temos nesse segundo grupo a iniciativa para identificar oportunidades, ser criativo para solucionar um problema, manter-se perseverante na frente das dificuldades, e a vontade para correr riscos. Isso pode levar a um diferencial com grau elevado de importância.
Exatamente por isso, Gates afirma que o sucesso se dá por uma combinação de habilidades. Se por um lado universidades se viram para a medição do conhecimento e o desempenho em sala de aula, o mundo profissional se interessa pelas habilidades referentes a tomadas de decisões, a adaptação às mudanças, e de que forma ideias saem do papel e se tornam reais.
Um exemplo que podemos pegar é justamente o da tecnologia, uma vez que as inovações estão sempre presentes. Por isso, aprender de forma rápida e responder diante de novos desafios se torna tão importante quanto o que se aprendeu em universidades/faculdades.
Dessa forma, se avaliarmos um profissional apenas considerando suas notas podemos nem levar em conta habilidades que essa pessoa têm e que fazem a diferença em termos práticos.
Quando pensamos em Bill Gates lembramos logo do faro para os negócios que ele tem. Ao lado de Paul Allen, criou em 1975 a Microsoft, empresa fundamental para todos nós termos um computador para chamarmos de "meu" e também para desenvolver ferramentas hoje usada por milhões de humanos.
Nessas décadas, a Microsoft atraiu os cérebros mais brilhantes, levando Gates a notar que o talento tem como se desenvolver de formas variadas. Logo, quando ele falou dos melhores alunos não quis fazer comparação alguma, e sim indicar que notas mais notas não andam juntas ao futuro profissional, necessariamente.
Um dos maiores influenciadores da história na parte da computação, nasceu em Seattle em 1955, e abandonou aos estudos para se voltar à fundação da Microsoft ao lado de Paul Allen depois que já tinha se matriculado em Harvard.
Foi com ele que o computador pessoal se tornou popular e produtos foram desenvolvidos para a população trabalhasse e interagisse com a tecnologia. Ao mesmo tempo, a Fundação Bill & Melinda Gates surgiu para o trabalho filantrópico.
A experiência apontada por Gates mostra que as boas notas têm chance de abrir portas, contudo objetivos profissionais dependem ainda de um aspecto mais amplo onde estão conhecimento e habilidades. Temos aí visão, criatividade, adaptabilidade e perserverança.
Juntos, formam uma combinação significativa para projetos e negócios. Ou seja, as notas que se tira no mundo acadêmico seguem sendo valiosas, mas só elas não indicam se uma pessoa tem potencial para ser desenvolvido na vida profissional.
O pensamento de Bill Gates é justamente sobre isso: o sucesso normalmente não é resultado de um fator, e sim do equilíbrio entre conhecimento e a capacidade de fazer ideias se tornarem ações concretas.